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Alongamento, Mobilidade, Flexibilidade, Etc e tal - “Mobilidade e mobilização articular” – (Parte 5)

Alongamento, Mobilidade, Flexibilidade, Etc e tal - “Mobilidade e mobilização articular” – (Parte 5)

E aí pessoal, como vocês estão?

Continuaram pensando sobre os últimos posts?

Se vocês ainda não leram os outros posts, cliquem nos links deles no final do post.

Mas vamos lá! Chegou o momento de falarmos um pouco sobre mobilidade, e deixar claro as diferenças disso e de mobilização articular.

Para entendermos melhor, vamos começar descrevendo o termo mobilidade e para que isso serve.

Normalmente a mobilidade é definida como a habilidade das estruturas ou segmentos do corpo de se moverem ou serem movidos, permitindo que haja amplitude de movimento para atividades funcionais. Ou, também pode ser tratado como a habilidade de iniciar, controlar ou manter movimentos ativos do corpo para realizar tarefas motoras simples e complexas.

De modo geral, quando falamos em mobilidade estamos nos referindo à capacidade de explorar nossas articulações em toda amplitude de movimento que elas permitem.

Já a mobilização articular envolve técnica de terapia manual passiva aplicada às articulações com velocidades e amplitudes variadas, usando movimentos fisiológicos ou acessórios com fins terapêuticos.

A mobilização articular estimula a atividade biológica pelo movimento do líquido sinovial, que traz nutrientes para a cartilagem articular avascular das superfícies articulares e para a fibrocartilagem intra-articular.

Com isso, acho que vocês já conseguem imaginar a importância desse tipo de recurso quando pensamos em atividades físicas e tratamentos de pacientes.

Mas ok...

Voltando à mobilidade, esta se relaciona à amplitude de movimento funcional, e se associa à integridade articular, as quais são necessárias para que os movimentos ocorram sem dor ou restrições durante tarefas do dia a dia.

A mobilidade suficiente dos tecidos moles e a amplitude de movimento das articulações precisam ter o suporte de certo nível de força muscular, resistência à fadiga e controle neuromuscular, para que o corpo acomode as sobrecargas impostas a ele durante o movimento e, assim, a pessoa possa ser funcionalmente móvel.

Resumindo, qual a influência dos exercícios de mobilidade para o seu treino, ou o treino do seu cliente/paciente? Sem a mobilidade, toda a mecânica do corpo se torna comprometida! Os exercícios de mobilidade têm por objetivo permitir ou melhorar o movimento de determinada articulação em toda a amplitude disponível, além de “aquecer” a articulação.

Portanto, um treino que inicie sem aquecimento articular pode ter seu aproveitamento prejudicado, pela falta de preparo da região para receber carregamentos.

Indo direto ao ponto, como se faz um aquecimento articular?

É simples, movimentos leves e ativos, explorando toda a amplitude disponível com controle articular e suporte adequado.

Movimentos com alta sobrecarga, utilizando posições extremas das articulações e principalmente sem estabilidade articular pode gerar altos riscos de lesão.

Concluindo, vamos cuidar das nossas articulações, é simples e fácil!

Um forte abraço e daqui uns dias chega mais um post seguindo nosso papo!

;)

Interação Fitness
Leandro Zen Karam
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Fisioterapeuta , M.Sc. e Ph.D. Professor da PUCPR. Empreendedor. Triatleta e Ironman. Obstinado pelo Equilíbrio da Vida. Coach de Desenvolvimento Pessoal. Tentando Hackear o Cérebro em 100%.

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